sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Capítulo 17

- Quando é que isto vai acabar?
- O pior já passou, a DT já foi falar com ele e com os pais dele e tudo vai ficar bem. E eu estou aqui para te proteger! 
O Francisco sabia muito bem como me acalmar. Já tinha passado uma semana desde aquela cena horrível que ele fez na escola em que foram todos me ajudar. Mas ele mesmo assim continuou atrás de mim, mas acho que hoje foi a gota de água. A DT dele depois daquele incidente foi falar com ele mas não valeu de nada, mas hoje enquanto eu estava com os meus amigos, ele foi ter connosco e ninguém disse nada, depois começou só a chatear-me e começaram a dizer para ele parar, até que eu fiquei farta dele que gritei " CHEGA RICARDO! CHEGA! " e ele começa a se ir embora, e de repente alguém faz uma brincadeira para me animar e eu ri-me um bocado, o Ricardo virou-se para mima pensar que estava a rir-me dele e grita " AH ESTÁS A GOZAR COMIGO! SUA ....." e chamou-me nomes em frente a toda a gente. Fomos à DT e quando ele foi falar com ele, ele logo a seguir mandou-me um sms " Eu não vou parar, eu quero vingar-me, quero que sofras como eu estou a sofrer! Nem que seja expulso da escola! " . As minhas amigas quando leram aquilo foram logo outra vez ao pé da DT dele e ela disse ficou furiosa com ele e disse-me logo para não me preocupar que isto ia acabar. 
E agora estava com o Francisco na casa dele a ver tv, como a mãe dele ia chegar tarde, pediu à minha mãe para eu ir para lá fazer-lhe companhia.
- Já estou  farta, Francisco. Eu não aguento mais. - disse eu em lágrimas.
Ele deitou a minha cabeça no peito dele. 
- Isto tudo vai acabar, vais ver. Confia em mim.
- Nunca me deixes, está bem?
- Está bem.
- Prometes?
- Eu prometo. És a minha maninha do coração achas que te ia deixar?
- Oh, agora só choro , de caminho fartas-te de mim.
- Nada disso. Só te digo uma coisa , princesa levanta a cabeça senão a coroa cai. 
- Tão fofinho. Até merecias um beijinho.
- Agora quero um beijinho.
- Pronto eu dou.
Dei-lhe um beijo na bochecha e de repente os nossos olhares fixaram-se um no outro, e eu senti uma coisa na barriga. Ele começou a aproximar os lábios dele nos meus e tocaram-se suavemente. E beijámo-nos até que de repente afastámos os dois a cara.
- Desculpa... Isto não devia ter acontecido.- disse ele.
- Sim, não devia ter acontecido. Foi um erro! E não peças desculpa, os dois é que tivemos a culpa. Mas pronto aconteceu e vamos esquecer  isto.
- Sim, é melhor. Não quero que isto estrague a nossa amizade, ainda para mais se nem gostamos um do outro daquela forma não é?
- Sim, tens razão.
Num momento comecei a pensar e eu gostei do beijo. E se...... Ou não e se eu gostasse mesmo dele a sério. Isso não estava certo e não podia acontecer.




Desculpem ter demorado tanto tempo a fazer este capítulo mas eu fui de férias :$ Desculpem e espero que continuem a seguir!

sábado, 1 de setembro de 2012

Capítulo 16

OBSSESSIVO?! OMG! Como é que isto me estava a acontecer... Não queria acreditar! Fui para a sala, nem via nada nem ninguém, ainda não estava em mim!

- Diana, no fim da aula queria falar contigo está bem?
Só me faltava um sermão agora!
- Está bem stora!

No fim da aula fui ter com a stora!
- Queria falar comigo?
- Sim... É sobre o Ricardo!
- O Ricardo?!
- Bem eu vou directa ao assunto... Como sou tua directora de turma decidi encarregar-me antes que aconteça algo de mal. Eu vi de manhã o que se passou à entrada e também vi quando vinhas a entrar para o bloco! Queres-me explicar?
Olha estava tão frágil que não consegui conter-me e comecei a chorar em frente à professora.
- Ele fez-te mal?
- Não me bateu... Mas...
- Mas...
- A nossa relção não andava bem.....
E contei-lhe tudo.
- Queres que tente falar com ele e com os teus pais?
- Não. A minha mãe já sabe e o meu pai é melhor não saber. E com o Ricardo não sei se vale a pena falar.
- Eu vou falar com a directora de turma dele para ver o que ela pode fazer.
- Obrigada stora.
- De nada. E agora tenta ficar o menos possível sozinha.
- Sim, eu até pedi à Patrícia para esperar por mim para ir almoçar.
- Fazes bem. Alguma coisa podes vir falar comigo.

Quando sai a Patty estava à minha espera mais umas amigas nossas.
- Achei que seria giro almoçar-mos todas juntas.
- Claro que vai ser.
- Diana, sei que se calhar não queres falar nisto mas de manhã vimos o que se passou e olha podes contar connosco para o que precisares. Vamos ser as tuas guarda-costas. - disse a Gabriela.
E comecei-me a rir. Nem queria acreditar, estavam a ser todos tão queridos comigo.
- Obrigadas, lindas. Não me vou esquecer do que estão a fazer por mim.
- Vá, agora não penses nisso. Vamos é comer.

- DIANA, ESPERA!
Omg, o Ricardo de novo.
- Vai-te embora Ricardo. - disse eu.
- Ela não quer falar contigo, vai-te embora.
- Eu tenho o direito de falar com ela, ela deve-me isso.
- Vão com a Diana.
A Gabriela e a Patty ficaram com ele.

- Diana, estás bem?
Era o Francisco.
- O Ricardo não pára de andar atrás de mim não sei se aguento isto...
- Então miúda, estás boa? Já sabemos o que se passa. - os amigos do Francisco e também meus tinham vindo ter comigo. Acho que todos já sabiam do que se passava.
- Vai-se indo.
- Olha se for preciso dar uma malha no gajo conta connosco! - ri-me.
- Acho que não é preciso chegar a tanto.

- Diana, eu só quero falar contigo!
- Pára, Ricardo. Pára.
- A Diana já disse que não quer falar contigo.
E começaram a chegar-se todos para me proteger.
- Eu só quero falar com ela e depois paro.
- Diana se concordares, fazemos assim falas com ele mas connosco por perto ok?
Se era para acabar com isto tudo, fazia aquilo claro.
- Está bem.

- Então que queres falar?
- Porque fizeste isto?
- A nossa relação não dava mais.
- Já não me amas?
- Oh Ricardo...
- Responde...
- Com isto tudo que estás a fazer,  podes crer que não.
- É tudo por causa do Francisco não é?
- Não sejas parvo.
- É não é?
 Não respondi. Então ele chegou-se cada vez mais perto de mim e agarrou-me e  disse:
- É NÃO É?
- LARGA-ME.
Como ele não o fez vieram todos agarrá-lo. E ele começou a tentar soltar-se e a gritar!
- LARGUEM-ME PORRA!


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Desculpem :$

Desculpem, a todas as pessoas que seguiam a história, eu sei que disse que escrevia hoje mais um capítulo mas não consegui escrever pois está-me a faltar a imaginação pois agora apareceu-me uma complicação na minha vida vá sentimental e não estou com vontade de escrever. Desculpem :s volto a escrever o mais depressa possível!

Beijinhos,
Girl of complications!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Capítulo 15

Levantei-me e nem acreditava que tinha que ir para as aulas e saber que veria o Ricardo, seria o Inferno. Fui para a escola quando cheguei ele estava à minha espera. Não podia parar de andar, senão ele saberia que eu estava com medo. Então andei apressadamente.
- Estava mesmo à tua espera.
Eu não disse nada, continuei a andar.
- A nossa conversa de ontem ainda não acabou.
- Não tenho mais nada para conversar contigo.
- Oh minha linda ai isso é que tens.
Não disse nada e continuei a andar cada vez mais rápido. Até que ele me agarrou no braço.
- Vamos con...
- Larga já a Diana.
- Oh lá vem o namoradinho novo dela.
- Larga-a.
- Pronto já larguei.
- Vai-te embora.
- Eu só quero conversar com a minha namorada.
- Ex- namorada.

Trimm... Trimm...

- Vamos para a aula, Francisco.
- Tu agora vais, mas nós vamos conversar, tu deves-me isso.

- Obrigada, Francisco. Muito obrigada.
- Eu disse-te que te ia proteger e é isso que eu vou fazer.
- Diana, o que se passou ali com o Ricardo? - perguntou- me a Patrícia que de longe tinha assistido a tudo um pouco confusa. Então resumidamente, expliquei-lhe o que se passou.
- Desculpa, Patty não te ter contado ontem mas tinha tanta coisa na cabeça.
- Oh linda não faz mal. Só quero que estejas bem. E agora vamos para a aula.

Na aula não parava de mexer a perna, e a pensar no que se passava neste momento na minha vida, nem queria acreditar.
- Calma Diana, vai tudo correr bem. - e pôs a mão dele em cima da minha e eu entrelacei os dedos nos dele.
- Obrigada por tudo. - e sorri-lhe.
- Já chega de obrigados! És a minha sister e vou-te proteger.

Quando o toque da campainha soou, era como se fosse o toque para a entrada do Inferno, era o intervalo e o pesadelo ia começar de novo. Quando fui para sair do bloco, o Ricardo já estava à minha espera, quando o vi o meu coração começou a bater mil vezes por segundo. A Patrícia notou e disse
 - Eu e o Francisco estamos contigo está bem?
Eu abanei com a cabeça. Quando saí, o Ricardo começou logo a correr atrás de mim.
- Temos de falar.
- Ignora. - disse a Patty.
- Eu tenho direito a uma última conversa.
- Ricardo, chega. A Diana não quer falar contigo. - a Patrícia ia entrar em acção.
- Mas eu tenho de falar com ela.
Eu fui andando com o Francisco e a Patrícia ficou a falar com ele. Quando tocou de novo para a entrada fui ter com a Patrícia.
- Então? Como correu a conversa?
- Opa, custa-me muito dizer isto mas acho que não há outra forma de dizer. Pelo que me contaste e pelo que já vi, eu acho que ele está obsessivo.
OBSESSIVO?!



Capítulo 14

- Diana, o comer estava óptimo. Estou a ver que tens que vir cá mais vezes a casa e fazeres assim estas comidas!
- Sempre que quiser, diga eu venho e faço!

Trimm... Trimm...

- Francisco vai abrir a porta que deve ser a mãe da Diana!

- Boa Tarde, Dr. Graça! Oh filha, estás bem?
- Estou bem mãe, não te preocupes.
- Ela está bem e digo-lhe tem aqui uma menina de ouro e não me trate por Doutora.
- Pronto está bem Graça! Muito obrigado pelo que fez pela minha filha.
- Obrigada eu. Que a sua filha fez aqui um almoço que me deliciei toda.
- Ah por acaso ela tem muito jeitinho para a cozinha, é verdade. 
- Eu vou só buscar a minha mala lá em cima e já vamos embora mãe.
- Vai lá, filha.

Fui buscar a mala ao quarto de hóspedes e fui-me lembrado que queria voltar lá, quando desci foi altura de me despedir do Francisco e da Dr. Graça.

- E minha querida já sabes volta sempre que quiseres está bem?
- Está bem Dr. Graça. E muito obrigada por me receber assim em sua casa.
- Não tens nada que agradecer. Muitas vezes sou só eu e o Francisco por isso até faz bem vir assim uma companhia.
- Ou senão estou eu sozinho.
- É verdade. Tens de convidar a Diana para cá vir.
- Para a próxima é o Francisco que tem de vir a nossa casa, tens de ir lá visitar a Diana. 
- Eu vou, Dona Isabel.
- Bem temos de ir andando Diana. Vá adeus, até à próxima.
- Adeus, Dr. Graça. Adeus , brother. - disse-lhe eu baixinho.

Quando entrámos no carro, eu reparei que a minha mãe nem sabia se havia de me perguntar algo ou não mas depois lá perguntou:
- Filha, queres contar o que se passou?
- Preferia não falar nisso!
- Está bem, eu respeito. Mas posso saber porque foste para casa do Francisco, não querias estar com a tua família, fizemos algo que te deixasse perturbada?
- Não, mãe. Não tem nada a ver convosco. Eu acabei com o Ricardo e precisava de alguém amigo para falar e lembrei-me do Francisco.
- Diana, eu sei que estás a esconder algo. 
- Como sabes?
- És minha filha, eu conheço-te. E sei que se acabasses com um rapaz, e precisasses de falar ou ias ter com a Patrícia ou senão comigo. Nunca com um rapaz.
A minha mãe tinha razão. Ela já me conhecia bem, aliás era minha mãe.
- Queres contar-me o que se passa?
- O...... O Ricardo...Podemos falar em casa?
- Aí vais ter que falar em frente ao teu pai, acho que não vais querer isso pois não?
- Não.
- O que é que o Ricardo te fez?
- Ele.... Quando acabei com ele, ele parece que se transformou e ficou agressivo. - e comecei a chorar.
- Mas ele bateu-te?
- Não... Mas...
- Bem ele mandou-me sms ameaçadores, e quando eu quis sair de ao pé dele, ele agarrou-me no braço e magoou-me!
- Oh filha... 
E eu comecei a chorar e coloquei a mão em cima da perna dela. E ela deu-me a mão.
- Oh meu amor, vai tudo correr bem. Tudo se vai resolver pelo melhor.
Ela sabia como me acalmar.
- Agora estamos a chegar a casa, limpa as lágrimas. É melhor o teu pai não saber nada disto, ele ainda se passa e vai ter com o Ricardo. Vamos dizer-lhe que estás doente, e por isso ontem ficaste em casa do Francisco. Está bem?
- Sim. Obrigada mãe.
- Eu sou tua mãe, tenho o dever de te proteger. E não quero que nada de mal te aconteça. Vais para o teu quarto que depois falamos melhor.

Quando cheguei a casa fui para o meu quarto como a minha mãe me disse e depois de ela falar com o meu pai, ela foi ter comigo.
-Que queres que faça em relação a este assunto? Achas que é necessário eu ir falar com ele ou assim?
- Não mãe. Deixa estar. Agora eu vou dormir sim?
- Está bem, Diana. Vá descansa e não penses naquele assunto.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Capítulo 13

- Bom dia!
- Bom dia, minha querida! Vem cá para tomar o pequeno-almoço connosco.
- Está bem.
- Bem estás com um carinha de sono! Não dormiste bem?
Eu e o Francisco olhámos um para o outro com um olhar de cumplicidade.
- Demorei muito tempo a adormecer e acordei muitas vezes.
O Francisco ia começando a rir-se e eu a certa altura também. O telefone de casa começou a tocar, a mãe do Francisco foi atender!
- Com que então a menina não dormiu muito bem. Hmm, realmente nunca gostei do colchão daquele quarto, é muito rijo não é?
- Achei que o teu era mais!
E rimo-nos.
- Diana, era a tua mãe!
- Vem buscar-me agora?
- Ela agora tem um turno para fazer no hospital, mas às 2 vem te buscar por isso almoças connosco!
- Então como combinado vou ser eu a fazer o almoço!
- Já que insistes, está bem. Mas que vais fazer?
- Surpresa.
- Não insisto. Mas eu deixo-te fazer com uma condição.
- Diga!
- O Francisco vai ajudar-te a preparar o almoço!
- Mãe...
- Sim, filho! Tens de começar a aprender alguma coisa e já que não queres cozinhar comigo pelo menos a Diana vais ter que ajudar.
- Tem mesmo de ser, mãe?
- A Diana é nossa convidada, e tu vais ser bom rapaz e ajudá-la. Aliás a Diana não sabe onde estão as coisas por isso...
- Pronto ok...
- Bem, eu vou só arrumar as coisas do pequeno- almoço e vou sair que tenho uma reunião com um cliente, chego à hora de almoço e Diana quero saber se ele te ajudou!
- Está bem, Dr. Graça! Mas pode ir andando que eu e o Francisco arrumamos isto. Não é Francisco?
- Sim, mãe. Vai lá!
- Oh minha querida, és uma menina de ouro! E estou a ver que pões aqui o Francisco na linha. Vá, beijinhos meus lindos, até logo!
- Até logo. - dissemos os dois ao mesmo tempo.

- Bem, a minha mãe adora-te! De caminho gosta mais de ti do que de mim.
- Que exagero.
- Quando a minha mãe diz que és uma menina de ouro, acredita em mim já a conquistaste.
- Estás é a ficar com ciúmes.
- Claro que não. És a minha sister! Então e que vais fazer para o almoço?
- Não é vais, é vamos. E pelo o que vi que tens vou fazer bifinhos com cogumelos e natas acompanhado com macarrão!
- Vais mesmo passar a filha dela e a preferida!
- Então?
- A minha mãe muitas vezes anda de dieta, mas ela adora natas e assim... Então quando come comidas mais calóricas, delicia-se toda.
- Oh ainda bem! Vamos começar.
- Ok chefe.
- Quero uma frigideira, uma faca e tábua para cortar carne.
Então começamos os dois a fazer o almoço, e cozinhar com ele era super-engraçado pois ele as coisas mais básicas não sabia nada.
- Não faças assim, faz assim...
- Que chefe mandona.
- Tem de ser, mas estou a ver que de caminho vais ser despedido.
- Ai é?
- Sim. E ainda digo à tua mãe que não me ajudaste. Vou ser o teu pesadelo!
- Que má.
- Nem sabes o quanto!
Ele aproximou-se bem perto de mim e disse:
- Ajuda-me a descobrir.

E ficámos assim durante um tempo com o olhar centrado um no outro.
- Acho que as tuas natas ainda se queimam.
-Oh god, oh god.
- Ahahah estava a brincar, eu já apaguei o fogão.
- Não acredito. Tu só fizeste isto porque querias gozar comigo.
- Omg, ficas tão gira toda atrapalhada!
- Pensei que ficasse sempre gira.
- Sim, mas...
- Uau, cheira tão bem. Vejo que vocês fazem uma bela dupla de cozinheiros.


Capítulo 12

- Estás a chorar por causa do Ricardo?
- Sim...
- Queres contar-me o que aconteceu?
- Eu acabei com ele, mas...
- Mas?
- Mas ele não reagiu bem e começou a gritar comigo, eu quis-me ir embora e ele agarrou-me no braço e depois eu fui para a biblioteca e ele começou-me a enviar sms a dizer para sair porque senão ia ser pior! E agora tenho a minha caixa de entrada do telemóvel cheia com ameaças dele a dizer que me vai infernizar a vida.
E desatei a chorar novamente.
- Bem... Nem sei que dizer!
- Diz-me só que vai ficar tudo bem e que nunca me vais abandonar.
- Mais do que nunca te abandonar, eu vou-te sempre proteger está bem?
- Porque é que eu nunca tenho sorte no amor? Ele parecia ser o príncipe encantado e agora acabou assim...
- Como disseste e muito bem parecia e não é, pois um príncipe encantado nunca trataria assim a sua princesa!
- A rapariga que te tiver vai ter muita sorte! - e dei-lhe um beijo na bochecha.
- Eu é que vou ter, por ter conquistado o coração dela!
- Oh meu deus, pareces um príncipe tirado dum livro infantil.
E começamo-nos a rir.
- Bem, se calhar é melhor voltar para a minha cama.
- Porquê?
- De caminha ainda adormecemos aqui os dois e de manhã aparece aqui a tua mãe.
- Olha a minha cara de preocupado, a minha mãe é uma fixe.
- Podes crer, tens muita sorte.
- Eu sei que tenho.
- Vocês têm uma relação muito próxima não é?
- Sim, como o meu pai como é médico está quase sempre a trabalhar, muitas vezes sou só eu e a minha mãe e por isso ela é me tudo! É a minha rainha sem coroa.
- Tão querido!
- Só para quem merece!
- E eu mereço?
- Cabe-te a ti descobrir.

A noite foi passando e fomos falando de tudo e mais alguma coisa, quando estava na hora de a mãe dele se levantar eu voltei para o meu quarto! E só pensava como tinha sido a melhor noite da minha vida, e como um rapaz e uma rapariga podiam estar assim juntos sem se envolverem. Agora estava certa que precisava dele na minha vida e não ia estragar aquela amizade por uma paixoneta. Agora tinha o irmão que sempre quis, que me ia proteger e apoiar.




Eu sei que está pequeno mas foi o melhor que consegui! Espero que tenham gostado e quero agradecer imenso por todas as minha seguidoras lindas que têm em cada capítulo com os seus comentários me dado mais vontade para continuar esta história que como já referi foi baseada em momentos que já vivi. 
Obrigada do fundo do meu coração,
Girl of complications!

P.s. Podem ser poucas seguidoras mas são as melhores *.*