quarta-feira, 31 de julho de 2013

3º Capítulo

- Sim, eu e que não sei se viste salvei a tua vida...
- Eu não precisava da tua ajuda, mas obrigada! - o Duarte tentou  me ajudar a levantar... - Não preciso da tua ajuda.

Quando me levantei ia caindo...

- Ai não? Não sejas orgulhosa, estás a perder muito sangue precisas de ajuda... Vou levar-te para o hospital!
- Nãoo quero!
- Alguém está com medo...
- Não, só não gosto de hospitais.
- Pois, pois... Vá tens sorte porque o hospital é perto e o meu pai está a fazer turno da noite.
- O teu pai é médico?
- Sim... E hoje vai ser o teu médico!

Quando chegamos ao hospital, o Duarte ligou ao pai e ele vem logo ter connosco.

- Olá filho. Então o que se passou aqui?
- Levou um corte no braço e está perder muito sangue...
- Eu estou bem , é só um cortezito.
- Pai, ela tem medo de hospitais por isso trata-a como fazes com as criancinhas.
- Parvo. - disse eu baixinho para o Duarte.
- Venham para o meu gabinete...

- Então doeu muito? - pediu o pai do Duarte quando acabei de levar os pontos.
- Não, obrigada Dr....
- António Moreira, mas trata-me só por António. E não tens de agradecer , é a minha profissão e ainda para mais amigos do meu filho.
- Eu e o Duarte não somos propriamente ami....
- É melhor eu levar a Joana a casa. - interrompeu-me o Duarte. - Adeus, pai. Obrigada.

- Não preciso que me leves a casa, sei o caminho sozinha... - disse eu ao sairmos do hospital.
- Ias sendo violada e esfaqueada, se não tivesse aparecido. Não te vou deixar ir sozinha.
- Olha que fique esclarecido, eu conheço muito bem rapazes como tu e já ouvi falar em especial de ti , por isso tira o cavalinho da chuva que o que levas de mim, sabes o que é? É nada.
- Hmm até pareceste convincente... Amo miúdas como tu, com garra! - dissia ele aproximando-se e com um sorriso na cara.

Virei costas e fui andando...

- Espera , espera... Desculpa! - gritou ele , indo atrás de mim. - Pára.
- O que é que tu queres? Já te disse o que tinha a dizer.
- Desculpa, ok? Estava na brincadeira.
- Ok, já posso ir para casa.
- Vais falar sempre assim para mim?
- Já te disse que não gosto de rapazes como tu, e que não vais conseguir nada comigo . Queres que seja mais direta?
- E quem é que disse que queria algo contigo?
Tirei-o da minha frente e comecei a andar.
- Joana, salvei a tua vida... Só te peço que me ouças e depois deixo-te em paz se quiseres.
Parei, respirei fundo e virei-me.
- Se não queres nada comigo , então o que queres?
- Primeiro quero começar a dar-me bem com o pessoal daqui e da minha turma especialmente por isso desculpa se fui indelicado contigo alguma vez , não foi minha intenção. Penso que seja melhor recomeçarmos com o pé direito ... Olá , eu sou o Duarte e tu quem és?
- A sério que vais usar esta do : é melhor recomeçarmos com o pé direito? - Aproximei-me dele , olhei-o nos olhos e disse. - Querido, essa já é mais velha que a minha avô , não é com isso que me vais convencer que não tens segundas intenções.
- De convencida, não te falta nada... Porque achas que iria querer algo como uma rapariga como tu , e ia estar aqui a gastar o meu tempo contigo se eu posso ter todas as gajas que eu quiser!

Pensando bem , ele tinha uma certa razão... Mas será que sou assim tão má para ele não querer nada comigo , mas se quer porque está a dizer isto! Ju, concentra-te e sê fria, é o que merecem rapazes como ele.

- Ahahahah - ri-me ironicamente. -  E depois sou eu a convencida, então se estás a perder o teu tempo comigo , ainda estás aqui a fazer o quê? - desviei o olhar e comecei a andar de novo.
- UAU... Quem é que magoou esse coraçãozinho? Alguém te magoou muito não foi? - não consegui dizer nada- Alguém brincou com os teus sentimentos por isso é que tu dizes que conheces os rapazes como eu... Foi isso que aconteceu não foi? Traiu-te? Andava com várias?

Eu não acreditava no que ele tinha acabado de fazer, ele tinha tocado na ferida... Ele logo ele..

- CALA-TE! TU NÃO SABES NADA DA MINHA VIDA, NEM DE MIM!
- Calma, escusas de ficar assim... Só queria perceber o porquê de tanto ódio a o que chamas 'rapazes como eu' sem sequer me conheceres! Só quero que primeiro me deias uma oportunidade como amigo só isso e depois se me achares assim tão má pessoa , podes nem falar para mim que eu também não te vou censurar para tal... Amigos, apenas isso, aceitas?



 
P.s. Desculpem ter ficado tanto tempo sem escrever mas tinha pouco tempo e a inspiração também não era muita, espero que gostem deste regresso!

sábado, 13 de abril de 2013

2º Capítulo

"Hoje à noite vamos nos juntar no bar do David!" enviou-me a Carolina... Então liguei-lhe:
- O que queres totó? - pediu ela
- Tu vais hoje à noite?
- Queria ver se ia, mas ainda não falei com os meus pais... Tu vais certo?
- Não me apetece muito.
- Oh miúda ai de ti que não vaias, aliás se não fores quem é que vem cá convencer os meus pais para me deixar até mais tarde!
- Sua interesseira. - rimo-nos - Pronto eu vou e daqui a meia hora estou em tua casa, para fazer a minha boa ação do dia.
- Sim, porque hoje temos de ir. O rapaz novo vai hoje e a Catarina queria ver se tinha hipóteses e quero ver como vai correr.
- Ai essa miúda...
- Oh ela quer esquecer o ex! Vá despacha-te e até já...
- Beijos!

Desliguei , fui tomar banho e vesti-me simples com esta roupa http://weheartit.com/entry/38180794.

- Obrigada minha princesa, és um amor!
- Ahah pronto já chega... Já sabes que já estou habituada a convencer os teus pais a tudo, já sou tipo uma ama seca tua...
- Não tenho a sorte de fazer o que quero como tu!
- Sabes que por mim não era assim, ao menos tens alguém que se preocupa , a mim teve de ser a Maria a dizer: Cuidado menina, não chegue muito tarde! , mas mesmo que chegue já sei que não me vai acontecer nada por isso...
- Joana , o teu pai preocupa-se contigo e ele tenta ser um pai presente mas o trabalho não o permite e ele trabalha para poder te dar toda uma vida de conforto porque te ama!
- Eu sei mas... Não vamos falar mais nisso!

- Boa noite meninas! - disse a Gabriela quando chegámos ao bar.
- Boa noite Gabriela!
- Venham se juntar ao grupo, bora...
- Só faltavam vocês... - disse o Filipe.
- Mas já cá estamos! - dissemos as duas.

A Catarina como a Carolina me tinha contado bem se tentava exibir perante o Duarte mas ele não lhe dava trela nenhuma aliás até parecia que já estava farto dela, fiquei admirada como disseram que ele andava com qualquer uma...

- Olá, eu sou o Duarte! - levantou-se ele e dirigiu-se a mim.
- Eu sei, somos da mesma turma se não reparaste.
- Eu vou amar ter feito esta aposta. - cochichou o Filipe para o Marco.
- Calma, miúda... Só estava a ser simpático.
- Então é melhor guardares a tua simpatia para a Catarina pois será mais bem entregue!
- Uhhhh... Essa foi forte. - disseram.
O Duarte ia para dizer algo mas voltou a sentar-se.
- Nós dissemos-te que ela era difícil.
- Pois... Mas esta no final de contas deve ser igual às outras , vais ver..

- Joana, vamos dançar! - pediu o Miguel, que era um dos meus amigos rapazes mais chegados , era como um irmão para mim e parceiro em tudo o que metia dança.
- Clarooo!
- Lá vão eles arrasar a pista de dança! - disse a Carolina.

Dançar era uma das coisas que mais amava fazer, tinha andado no ballet quando era pequena mas depois desisti pois era algo que a minha mãe é que me tinha levado a praticar e chegou a uma altura que achei que sem ela não fazia sentido, mas o gosto pela dança continuou.

- Ela dança? - perguntou o Duarte.
- Dança...
- E se a visses dançar mesmo a sério, até te caiam os dentes. - disse o Filipe.
- Não estão a exagerar?
- Espera então um minuto... Miguel anda cá...
- Que foi?

O Filipe cochichou ao ouvido do Miguel, este abanou a cabeça e foi ao Dj e de repente começou a tocar a música que eu tinha dançado a primeira vez que dancei a sério naquela pista de dança. E a pista começou a esvaziar.

- Anda miúda , é a tua nova oportunidade de brilhar...
- Mas o que é isto Miguel?

O Miguel começou a dançar e a provocar-me...
- Estás com medo de perder! - Ele queria uma beatle entre nós os dois e ele já sabia que me rebaixando eu iria ceder, pois eu detestava ficar a perder.

Então fui ter com ele comecei a dançar ...

- VAI JOANA! - gritavam ...

Então fechei os olhos e comecei a sentir mesmo a música!

- Ai vem a nossa Joana a partir a casa! - disse a Carolina.
- UAUUUU...

Ouvia os gritos e as palmas até que no final da música, apareceu a visão da minha mãe e então rodopiei como ela me tinha ensinado e de seguida quando aplaudiam abracei o Miguel.
- Obrigada por me voltares a mostrar o que é dançar com paixão.
- Não tens que agradecer, sabes bem!
- Foste excelente minha totó! - disse toda entusiasmada a Carolina e abraçou-me.

De repente quando me virei, olhei para o lado e o meu olhar cruzou-se com o do Duarte e ele sorriu-me, queria sorrir-lhe também mas isso ainda o ia levar a pensar que queria algo com ele então virei-lhe a cara...

- Carolina, eu vou-me embora!
- Não Ju, fica mais um pouco.
- Quero mesmo ir para casa, fica tu.
- Não te importas?
- Não , até amanha!

Fui andando para casa até que vi uns homens a vir ter comigo.
- Estás perdida linda?
Não respondi
- Não falas princesa.
E começaram a se chegar a mim e a agarrar-me.
- Larguem-me. Larguem-me.
- Não grites!
- E tirou uma faca.
- Larga-me. - e mandei um pontapé a um... E o outro cortou-me no braço.
- AII! - gritei.
- Larguem-na - disse um rapaz.
- Vai-te embora puto!
- Larguem-na... Ou eu chamo a polícia!
Um largou-me e ia com a faca para magoar o rapaz mas o outro disse:
- Pára, é melhor irmos embora antes que acabe mal, não quero ir preso. - e fugiram.

- Estás bem?
- Não, estou a deitar sangue do braço e... - olhei para cima. - Tu?? - era o Duarte.

quinta-feira, 28 de março de 2013

1º Capítulo

- Menina Joana, acorde!
- Não me digas que já são horas, Maria?
- São e tem de se levantar se não quer chegar tarde à escola...
- Não me importava nada, já estou farta daquele colégio!
- O seu pai coloco-a num dos melhores colégios do país, só fez isso a pensar em si!
- Ele já se foi embora?
- Sim menina, mas como partiu muito cedo, deu-lhe um beijinho mas não quis acordá-la.
- Como sempre!

O meu pai é empresário , logo está sempre a viajar e pouco tempo passa comigo. Os avós dele foram fundadores duma empresa de vinhos, que como já suspeitam teve muito sucesso e a empresa foi passando de geração em geração. A minha mãe morreu quando tinha 5 anos. A Maria que é mais do que uma empregada, para mim é uma segunda mãe, é ela que me tem criado desde a morte da minha mãe.

Trimm... Trimm...
- Então Joana quase que chegavas atrasada!
- Podia ser que me expulsassem...
- Ai rapariga, tantas que queriam ser como tu e tu não gostas desta vida.
- Já falámos sobre isso, Carolina.
- Eu sei chefe!

Estamos na terceira semana de aulas, e estou no 11ºano. Carolina é a minha melhor amiga, já nos conhecemos desde que me lembro e por isso ela insiste em me lembrar que tenho tudo para ter uma vida perfeita e que devia aproveitá-la.

- Meninos, peço a vossa atenção! Um novo aluno vai ter o prazer de se integrar nesta turma. Sabemos que este colégio não costuma receber novos alunos sem ser no principio do ano lectivo mas como grande parte desta família frequentou este colégio, não quisemos fechar portas a este aluno. Peço que não desiludam este colégio e o recebam com a melhor amabilidade. Duarte, podes entrar. - mandou a professora. - Duarte Couto, é o vosso novo colega.
- Bem-vindo Duarte. - dissemos todos , como era tradição sempre que se juntava a nós um novo elemento. Eram regras específicas deste colégio.
- Hmm temos peixe novo no aquário, e que belo peixe. - disse a Gabriela, já era típico dela aqueles comentários , que nos ponham todas a rir e afinal de contas era uma boa rapariga e ótima amiga.

No intervalo, todas falavam do novo rapaz.
- Mais um borrachinho, mas aquele vai lá vai...
- Sim, é giro. Mas eu já o tinha visto, quando fui passar férias a casa da minha prima, ele andava na escola dela, e ela contou-me que ele vai a tudo o que mexe e o problema é que costuma magoar os sentimentos das raparigas, diz-lhes coisas bonitas só para as comer e depois não quer saber delas... - contou a Cátia
- A sério? Se fosse eu tinha de se haver comigo..É ganda .... - disse eu, indignada.
- Nós percebemos, Joana. Não continues se não a diretora panda ouve e ainda te suspende ou algo do género.
Sim, neste colégio se algum aluno for apanhado a dizer algo impróprio tem de ir ao gabinete da diretora. ah e chamamos-lhe Diretora panda pois vem sempre de preto e branco.


(Nos rapazes)
- Duarte, não andavas na escola D. Manuel I ?
- Sim, mas o meu pai recebeu uma oferta de emprego cá e achamos melhor mudarmo-nos.
- Ah bem me parecia que já te tinha visto, a minha prima anda nessa escola. Quando eu, e a minha irmã lá fomos passar férias vimos-te na praia de Cascais. - contou o Filipe.
- É bem provável.
- Também me contaram que tu e as miúdas...
- Estou a gostar de ti rapaz. Conta lá como é a tua relação com as miúdas. - pediu o Marco.
- Bem não me posso queixar! Não quero estar a ser gabarolas, mas nunca nenhuma miúda me deu tampa e não andei com poucas...
- Ahahah.. Temos garanhão! - disseram todos.
- Mas olha desculpa desiludir-te mas não vieste bem para a melhor escola.
- Então?
- Aqui há três tipos de raparigas: as comprometidas, as que não querem saber de rapazes e as que se atiram a tudo o que mexe e este último tipo está muito escasso, tens ali a Gabriela mas essa acho que está quase comprometida não é Marco?
- Isso não há problema, só não quero é comprometidas... Aliás agora vou-me dedicar só às Santinhas.
- Não te metas nisso. 
- Porquê? Temos de nos divertir rapazes, e desafios é que eu gosto...
- Ah queres um desafio?
- Escolhe-me o maior que ai houver mas com uma condição tem de ser minimamente gira.
- Ai é? Então desafio-te a tentares namorar com a Joana Mendoça.
- Ahahahah nunca vais conseguir!
- Quem é essa? - pediu o Duarte.
- É aquela morena de cabelos compridos que está com o casaco de ganga.
- Aquela brasa está solteira?
- Sim... Se conseguires namorar com ela , até ao final deste período, podes pedir o que quiseres senão somos nós a ter que te pedir algo. Aceitas?
- Challenge accepted!


segunda-feira, 18 de março de 2013

Love :$


Amor, um sentimento, uma razão de viver, uma razão que nos faz sofrer, uma coisa inexplicável tão procurada e desejada! Nós não queremos amar, nós queremos é nos sentir amados, queremos amar e ser amados... Todo o ser precisa de amor para viver ou será para sobreviver? Amor, o que nos faz ficar com um sorriso estúpido no rosto só por causa dum pequeno gesto que aquela pessoa nos fez ou o que nos faz chorar desesperadamente por aquela pessoa que não nos quer da mesma maneira que nós a queremos! Amor, pode ser o que quando tiveres no chão te ajude a levantar ou o que te deite mesmo abaixo... É o construtor de tudo ou destruidor! É aquele que faz o teu coração bater 1000 vezes num segundo quando vês aquela pessoa, é o que te faz ficar com um sorriso estúpido no rosto quando falas com a tal pessoa, mas esse sorriso é o mais lindo que tens. E o olhar com que ficas quando olhas para a tal pessoa, esse olhar sim, mostra tudo o que tu não lhe consegues dizer, mostra o que sentes verdadeiramente, mostra tudo o que lhe queres dizer, mostra tudo o que há verdadeiro em ti... O que as palavras não dizem, o olhar mostra!  Aquele brilho que ficas quando olhas para a pessoa que amas esse sim é o mais lindo, é verdadeiro. O Amor faz as pessoas fazerem loucuras, se tornarem naquilo que elas não eram, pode sim destruir tudo numa pessoa quando não corre como queremos. Mas também vai ser o Amor que nos vai fazer realmente felizes novamente e que nos vai dar toda a força que precisamos para seguir em frente! Todos falamos de Amor mas ninguém sabe realmente o que é, e porque precisamos tanto dele mas essa é a verdade todos precisamos de Amor. E tu que estás a ler este texto deves ter pensado alguém quando o leste, pois se calhar é a essa pessoa que o teu coração pertence. Mas se estás a sofrer por Amor, não te preocupes tudo acontece por uma razão e essa não era a pessoa certa e quando menos esperares ela vai-te aparecer e fazer acreditar de novo no Amor. Vais ficar aí de cabeça baixa a tentar esconder as lágrimas que estás a chorar por quem não te merece ou sorrir e levantar a cabeça porque senão mesmo que o Amor te traga esse alguém que te vai ajudar a acreditar de novo no Amor tu não o vais conseguir ver porque estás preocupada a pensar no que poderia ter acontecido e não pensas no que pode ainda acontecer.

História *.*


Olá!! Depois de tanto tempo decidi voltar a escrever , desculpem a demora mas agora que já estou de férias tudo é mais simples.. Por isso pensei em escrever mais uma história , que acham? Se quiserem podem comentar a dar a vossa opinião e ideias, agradecia muito *.*
Beijinhos :3

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Recordações *.*

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Há momentos em que parece tudo verdadeiro, tudo perfeito, que pensas que aquilo que já foi imaginação tua se tornou realidade, mas depois apercebeste que nem tudo é perfeito e que o que pensavas ser realidade afinal não foi mesmo e tudo não passou numa ilusão que algo ou alguém te provocou. E o pior é teres de demonstrar a essa pessoa que aquilo não te afectou e que para ti está tudo bem, mas no fundo tu sabes que não mas mesmo assim fazes de tudo para não demonstrar pois ninguém gosta de mostrar as suas fraquezas, e para ti ele é uma das tuas fraquezas mas preferes que ninguém saiba e enquanto isso sofres para dentro e sorris para fora. Isso demonstra que és forte e que devias ter orgulho em ti. Mas enquanto isso, todas as noites antes de adormecer penso sempre o mesmo, ter-te de novo nos meus braços, poder rir contigo, poder ter as nossas brincadeiras, poder ter de volta tudo o que já passou e que não volta mais e que deixa saudades... Mesmo que tenha sido pouco tempo, posso dizer o que muitas raparigas ainda não passaram, vivi um sonho... Pode já ter passado mas está guardado nas minhas recordações e mais importante no meu coração <3

sábado, 17 de novembro de 2012

Desculpem :s

Desculpem este tempo todo que não tenho cá vindo, sei que já se passou muito mas muito tempo mas não tenho tido grande tempo nem disposição... Vou ver se consigo ser mais regular a cá vir, pois não quero mesmo deixar "morrer" o blog, mas como começou a escola e é comecei o secundário e é um salto enorme! Por isso peço imensa desculpa espero que não deixem de visitar o blog :c
Gostavam que me dessem opiniões, ideias do que gostavam que publicasse no blog!

Beijinhos,
girl of complications ;)

domingo, 23 de setembro de 2012

Obrigada a todas!


Bem como já devem ter reparado a história já chegou ao fim e então achei por bem fazer o post para agradecer às seguidoras lindas que ao longo de 23 capítulo tiveram paciência de os ler e ainda de escrever um comentário encorajador e fofinho *.* para eu continuar a escrever... E um especial obrigada a:

  Muito obrigada lindas!

P.s. Já que a história foi recriada com momentos que eu vivi , se quiserem fazer alguma pergunta estão à vontade que eu respondo! Beijinhos <3
  

 

sábado, 22 de setembro de 2012

Capítulo 23 - Último

- Que vais fazer hoje? - perguntei ao Francisco, quando fui ter com ele ao quarto.
- Agora vou correr à beira-mar.
- Eu vou contigo!
- Não quero.
- Mas o que é que se passa contigo, consegues-me explicar?
- Não se passa nada!
- Ai não? É que desde que acordei que falas para mim com uma indiferença.
- Trato-te igual aos outros!
- Ah e para ti eu sou igual aos outros?
- Sim.
Quando ouvi aquilo nem pensei em mais nada e sai de lá a correr. Peguei num casaco e sai de casa. Corri até chegar à praia, quando lá cheguei olhei para o mar depois fechei os olhos, respirei fundo e de repente começou-me a cair umas lágrimas. Sentei-me e comecei a chorar.
- Desculpa! - disse uma voz atrás de mim e sentou-se ao meu lado! Era sem dúvida o Francisco.
- O que é que tu queres? - disse eu limpando as lágrimas.
- Tinhas razão, eu andava a evitar-te e sim foi por causa de ontem à noite. Eu não sabia como te havia de encarar e pensei que te evitando seria a melhor opção mas pronto já percebi que não foi a melhor. A minha intenção nunca te foi magoar Diana.
Eu não disse nada...
- Diana fala comigo. Que queres que faça?
- Responde-me só a uma pergunta.
- Está bem.
- Porque é que ontem me beijaste ?
- Opá sei lá.
Então eu levantei-me e comecei a gritar com ele:
- Esse é que é o problema, nunca sabes. Tu beijas-me e depois ou foi um erro ou não sabes.
Depois de dizer aquilo comecei a caminhar pela praia.
- Diana, espera!
Virei-me ele foi ter comigo, eu abracei-o e chorei... 
- Desculpa se pareço uma parva, mas opá com tudo o que me aconteceu parece que às vezes expludo...
- Eu sei! Calma.
Respirei fundo... E ele com a mão começou-me a limpar as lágrimas.
- Eu amo-te miúda!
- Tu o quê?
- Sim eu amo-te sendo tu gorda, feia.... - e rimo-nos os dois!
- Não sei que dizer!
- Era boa altura para dizeres que também me amavas!
- E se não amar?
- Então é melhor fugires....
E eu comecei a correr, ele veio atrás de mim, agarrou-me e caímos em cima um do outro.
- Então ainda achas que não me amas!
- Tens dúvidas? Eu amo-te oh feio!
E ele beijou-me...
- Feia!
- Diz gordo...
- Queres ser a minha princesa?
Eu fiquei sem palavras. Então levantei-me, ele levantou-se em seguida e eu saltei para os braços dele, ele agarrou-me, beijámo-nos e disse:
- Claro que siimmm! Estava a ver que nunca mais perguntavas! <3

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Capítulo 22

Então cheguei-me para perto dele e deitei a minha cabeça no peito dele.
- Com quantas miúdas já tiveste assim?
- Adivinha!
- Não sei. Não devem ser poucas com tantas gajas atrás de ti.
- Isso é o que tu e todos pensam. Sim até tenho muitas raparigas atrás de mim mas não me interessa. Não vou mentir que houve alturas que me aproveitei disso e pronto tive uns namoricos mas nada de mais.
- Nunca tiveste uma namorada a sério?
- Foi como te disse o que tive nem se pode chamar namoradas porque realmente elas gostavam muito de mim mas eu era mais para curtir. Mas essa fase já passou.
- Porquê?
- Queres mesmo saber?
- Sim.
- Conheci-te.
Nesse momento fiquei :o
- Isso é a história que contas a todas?
- Achas mesmo?
- Sei lá.
- Devias saber que tu não és igual a todas.
- Pois sou a tua melhor amiga.
- Pois é...
- Não me respondeste à minha pergunta, com quantas raparigas tiveste assim?
- És a primeira.
- A sério?
- Podes acreditar que sim.
- Ui sou mesmo especial.
- És mesmo muito.
- Tão fofinho... Bem é melhor tentarmos adormecer.
- Pois é melhor! Boa noite princesa.
- Boa noite príncipe.
E virei a cara para ele, e ele deu-me um beijo na boca muito levezinho. E eu dei-lhe outro. E em seguida deu-me outro.
- Ganhei!
- Ahah isso querias tu...
E começámos a fazer uma guerra de beijos! Até que acabou e ele disse:
- Vá dorme bem minha princesa! - e encostou os lábios dele aos meus e beijou-me!

Quando acordei, o Francisco já não estava na cama, então levantei-me! E ele já estava na cozinha com o Marcelo e a Gabriela.
- Bom dia!
- Bom dia! - disseram todos.
Fui me preparar o pequeno almoço e sentei-me ao lado do Francisco e disse-lhe :
- Porque não me acordaste?
- Estavas a dormir tão bem não te quis acordar. - e levantou-se e foi-se logo embora.
Era como se ele me estivesse a evitar por causa do que aconteceu na noite passada!


P.S. Sei que demorei muito e está pequenino mas não consegui mais. Desculpem. Agora com o começo das aulas é complicado! :s

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Capítulo 21

- Omg! Que casa! Como é que vocês não vêm para aqui passar férias?
Já tínhamos chegado à Figueira, e estávamos a conhecer a suposta casinha dos falecidos avós do Francisco e bem aquilo era espectacular! Até tinha uma piscina.
- Oh os meus pais quando vamos de férias gostam mais de ir para o Algarve e assim ...
- Isto é demais. - disse a Patty.
- Bem agora temos de decidir os quartos! Com quem vamos ficar e em qual quarto. - disse o Francisco.
- Querem juntar só raparigas com raparigas e vice- versa ou tanto faz!
- Eu e o Marcelo se não se importassem queríamos ficar juntos. - disse a Gabriela. O Marcelo e ela ainda não tinham assumido nada mas via-se à distância que estava caidinhos um pelo outro.
- Não há problema. - disse eu.
- Hmm... Eu bem sabia que entre vocês os dois havia coisa! - disse o Francisco e eles ficaram todos envergonhados.
A Patty apressou-se logo a dizer:
- Então eu fico com a Catarina. E a Diana e o Francisco juntos. Ou têm algo contra?
Antes que me pudesse opor o Francisco disse logo que não.

- Obrigadinha, Patty!
- Cala-te, eu sei bem que era isso que queriam... Aproveita miúda, estás de férias só com amigos e vocês os dois está de caras que estão loucos um pelo outro.
- Não estamos nada. Somos só amigos.
- Chama-lhe amigos chama. Tenho a certeza que quando sairmos daqui já vão vocês aos beijinhos.

- Bem que querem fazer agora?
- Por mim comíamos uma coisa leve ao jantar e depois íamos dormir, que acho que estamos todos cansados! - disse a Catarina.
- Concordo. - dissemos todos!

Comemos algo leve, lavámos os dentes, vestimos os pijamas e foi cada par para seu quarto!
- Ficaste radiante por ficarmos juntos! - disse o Francisco.
- Não haja dúvida.
- Vá deita-te para  eu apagar a luz e irmos dormir.
- O chefe manda. - e deitei-me e ele apagou a luz.
Passaram cerca de dez minutos e nenhum de nós disse mais nada e eu não conseguia adormecer.
- Francisco!
- Sim.
- Estás acordado?
- Não... Estou a falar contigo por acaso...
- Oh tu percebeste... Fogo não consigo dormir.
- É tanta agitação por estares ao meu lado.
- Já tive bem mais perto de ti e nunca fiquei por isso...
- Só não vens para mais perto porque não queres.
- Tu queres é?
- Tanto faz...
- Então não vou... E afastei-me ainda mais dele.
Ele pôs a mão dele na minha anca e disse:
- Anda para aqui...
- Queres muito?
- Se for a única maneira de vires, está bem eu digo que sim...
- És mau..
- Oh princesa...
- Chama-me princesa chama...
E virei-me de lado com as costas voltadas para ele. Ele então chega-se para perto de mim, coloca a cabeça dele mesmo perto da minha e no ouvido diz:
- A coisa que mais quero neste momento é que venhas para o pé de mim, e que durmas abraçada a mim...
Eu quando o ouvi dizer isso fiquei sem palavras. Então virei-me de frente para ele, e ficamos com os rostos voltados um para o outro, e os nossos lábios quase colados!
- Queres mesmo?
- Quero!


Capítulo 20

"Bem pessoal, já falei com os meus pais e eles disseram que.......... por eles podemos lá ir passar uns dias! :D agora só falta os vossos papás!" Nem queria imaginar como seriam estas férias se os meus pais me deixassem ir, iam ser incríveis, as melhores de sempre. Agora era só falar com eles!

- Mãe, pai...
- Já estou a ver que  vens pedir alguma coisa! - disse o meu pai, e afinal até tinha razão.
- Vá diz lá o que queres... - disse a minha mãe.
- Bem... Como sabem as férias estão à porta, e pronto costumo sempre ficar em casa sem nada para fazer!
- Já sabes que podes convidar as tuas amigas para cá vir e assim...
- Sim, eu sei mãe!
- Mas hoje estava a falar com os meus colegas e surgiu uma ideia.
- Que ideia?
- Bem... Como queríamos fazer algo diferente, o Francisco lembrou-se que tem uma casa na Figueira da Foz e que podíamos passar lá alguns dias!
- E ele já falou com os pais dele sobre isso?
- Sim! E eles deixam.
- Deixem-me ir, pleasee!
- Quem é que vai?
- O nosso grupo era eu, a Patty, o Francisco, o Marcelo, a Gabriela e a Catarina.
- Está bem.
- Deixam-me ir?
- Vamos falar os dois e depois dissemos-te a nossa resposta.
- Ok. Mas lembrem-se que eu sempre fui boa aluna, sempre fiz o que vocês pediram e assim.... E gosto muito de vocês!
- Ahah não é preciso estares a dar graxa minha menina.
- Eu?? Claro que não! - e rimo-nos todos.

Quando cheguei ao quarto, o telemóvel estava a vibrar e atendi, era o Francisco!
-Olá, feio! Já não consegues passar sem ouvir a minha voz.
- Ui claro. Eu só te liguei para saber se já falaste com os teus pais, convencida.
- Já.
- E então? Deixam?
- Dizem que vão pensar no assunto.
- Queres ver que vou passar as férias sem a minha convencida.
- Isso querias tu, vou estar lá para te chatear todos os dias.
- Queres é dormir agarradinha a mim todas as noites!
- Não quero nada.
- Queres sim...
- Nãooo...
- Vamos ver!
- Pois vamos! Eu vou dormir com a Patty e ponto final.
- Tu não me resistes!
- És tão convencido.
- Mas tu gostas.
- É capaz.
- Eu sei que sim. Vá agora vê lá é se os teus pais deixam.
- Tu até preferias que eu não fosse.
- Achas mesmo?
- Acho!
- Cala-te.
- Então querias que eu fosse.
- Claro que queria.
- De todas as pessoas que vão qual gostas mais?
- Isso nem se pergunta, de ti.
- É  o que eu digo tu amas-me.
- És a minha melhor amiga, claro que te amo.
De repente senti como se aquilo para mim não chegasse, queria mais. Mas ele só me via como uma irmã claro. Para ele eu era a amiga perfeita, e eu começava a querê-lo de outras formas, mas isso estava errado.
- Não disses nada?
- Desculpa estava distraída. Olha tenho de desligar. Beijinhos!
- Ok. Bei...
E desliguei logo! Só pensava " Diana, concentra-te tu não sentes nada mais que amizade pelo Francisco!"

- Diana, vem cá!
Desci as escadas!
- Já cá estou!
- Bem já tomamos uma decisão sobre as tuas férias.
- A sério? Deixam-me ir?
- Bem tivemos a falar os dois , e até falámos com a mãe do Francisco e sim podes ir.
- A sério? Ai obrigada pai, mãe!
- Mas...
- Mas?
- Nós vamos ter confiança em ti e esperemos que não nos desiludas, juizinho por lá. E queremos essas notas boas como sempre está bem!
- Claro. Eu não vos vou desiludir. Ai estou tão feliz!!!!!
- Nós sabemos que se não fosses ias ficar mesmo triste por isso esperemos que tenhas juízo mas principalmente que te divirtas!

Nem estava a acreditar, iam ser as melhores férias de sempre, e eu ia! Passar férias sozinha com os meus amigos, ia ser o melhor de sempre!



quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Capítulo 19

" Os meus pais já falaram comigo e estou a começar a entrar em mim e a perceber que fui um parvo. Desculpa! Espero que um dia me possas perdoar. Beijinhos!"
- Bem... Nem sei que lhe dizer.
- O melhor se calhar por agora é nem responderes!
- Pois se calhar é melhor.
- Olá, meninos!
- Olá, mãe!
- Olá, Dr. Graça.
- Então portaram-se com juízo?
- Sempre! - disse o Francisco.
- Queres jantar cá, Diana?
- Não, obrigada. A minha mãe está à minha espera. Tenho de ir.
- Oh, pronto está bem. Fica para a próxima.
- Bem, eu vou andando. Beijinhos, até amanhã.
- Adeus minha querida, volta quando quiseres.
- Eu levo-te à porta. - disse o Francisco.

- Não era preciso teres vindo levar-me à porta.
- Eu sei que não. Mas vim. Vemo-nos amanhã na escola...
- Pois é. Último dia, ainda bem.
- Depois temos de combinar alguma coisa nas férias.
- Tu amas-me...
- Ahah isso querias tu! Vai-te lá embora.
- Já me estás a despachar.
- Já estou farto de ti, feia.
- Vá adeus, feio. Até amanhã, depois falamos disso das férias. Beijinhos!
- Adeus. - e deu-me um beijo na cara.

Era o último dia de aulas antes das férias da Páscoa e por sorte a minha o Ricardo não foi às aulas. E ainda bem...
- Já pensaram no que vão fazer nestas férias? - perguntou a Patty quando estávamos eu , o Francisco e mais alguns colegas com ela a almoçar.
- Não sei. Mas queria algo diferente, não me apetece nada ficar em casa sem fazer nada. - disse o Marcelo.
- Podes crer. É uma seca. - disse o Francisco.
- Podíamos combinar algo para fazermos todos juntos? - propôs a Patty.
- Excelente ideia. - disse eu.
- Ui era fixe, era irmos todos juntos para um sítio fora daqui! - começou a Gabriela a imaginar.
- Isso é que era. Mas já é sonhar muito alto. Achas que os nossos pais nos deixavam ir assim sozinhos para um sítio que ainda nem sabemos onde é.
- A Diana tem razão. Se ainda tivéssemos falado nisto antes e irmos para um sítio que eles conhecessem e tivessem confiança. - disse a Patty
- Acho que estou a ter uma ideia!
- Diz Francisco.
- Não é nada em concreto. Mas opá tipo quando o meu avó morreu deixou uma casa aos meus pais na Figueira da Foz em frente à praia. Nós fomos para lá poucas vezes mas aquilo tem móveis e tudo, e tem dois quartos grandes que chega bem para nós todos. Posso falar com os meus pais e vocês com os vossos e depois logo vemos.
- Era brutal que os teus pais deixassem e os nossos também! - disse o Marcelo.
- Então eu falo com os meus pais por causa da casa, se eles deixarem depois eu mando mensagem e vocês falam com os vossos. Ok?
- Ok. - disseram todos ao mesmo tempo!

 

domingo, 9 de setembro de 2012

Capítulo 18

- Se calhar é melhor eu ir-me embora.
- Não, fica.
Eu não disse nada.
- Diana, não me digas que é por causa do beijo, isto não vai interferir na nossa amizade pois não?
- Não.
- Não me digas que o teu sentimento mudou por causa disto... És a minha melhor amiga não te quero perder por causa dum beijo, dum erro.
- Desculpa, mas é que é tanto a acontecer... Sim, vamos esquecer aquilo! Eu também não te quero perder, és-me essencial, preciso de ti, do teu apoio, do teu carinho. - e sorri e fui para ao pé dele.
- Acho bem, parvinha!
- Gordo!
- Feia!
- Horroroso!
- Obesa!
Eu não queria perder aquela amizade, era uma das coisas mais verdadeiras que tinha na minha vida neste momento. Não podia perder isto, por causa duma paixoneta por causa dum beijo, isto ia passar com o tempo e tudo se ia resolver.
- Não me deixes, feio!
- Claro que não... És a minha princesinha agora!
- Tão fofinho que tu foste!
- Pensava que era sempre!
- Ahah nem sempre.
- E se dormisses cá hoje?
- Esquece lá isso...
- Tu não dormes em casa da tua melhor amiga?
- Durmo... Mas tu és rapaz e tal...
- E não tenho os mesmos direitos que a tua melhor amiga?
- Oh é diferente...
- Eu também já sabia que não podias, por isso é que dei a ideia, porque nem queria que ficasses cá...
- Ai era? Está bem, eu vou-me embora. E era para pedir à minha mãe para dormir cá um dia, já não peço.
- Estava a brincar contigo...
- Estavas, estavas... Vou-me embora.
- Não vaias..
- Foste mau para mim!
- Oh princesinha da minha vida não te vás embora, eu estava a brincar.
- Como até foste querido, eu fico!
- Eu fui mega querido.
- Já foram mais queridos comigo.
- Por exemplo?
- O meu antigo melhor amigo.
- Ah ele era melhor que eu?
- Ui tás com ciúmes.
- Não vai lá ter com o teu outro m.a..
- Ahah eu estava a brincar. Foste, és e sempre serás o meu único melhor amigo.
 Ele sorriu para mim, foi para o pé de mim e deu-me um beijo na testa!
- Amo-te melhor amiga!
De repente o meu móvel vibrou, era um sms do............. Ricardo!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Capítulo 17

- Quando é que isto vai acabar?
- O pior já passou, a DT já foi falar com ele e com os pais dele e tudo vai ficar bem. E eu estou aqui para te proteger! 
O Francisco sabia muito bem como me acalmar. Já tinha passado uma semana desde aquela cena horrível que ele fez na escola em que foram todos me ajudar. Mas ele mesmo assim continuou atrás de mim, mas acho que hoje foi a gota de água. A DT dele depois daquele incidente foi falar com ele mas não valeu de nada, mas hoje enquanto eu estava com os meus amigos, ele foi ter connosco e ninguém disse nada, depois começou só a chatear-me e começaram a dizer para ele parar, até que eu fiquei farta dele que gritei " CHEGA RICARDO! CHEGA! " e ele começa a se ir embora, e de repente alguém faz uma brincadeira para me animar e eu ri-me um bocado, o Ricardo virou-se para mima pensar que estava a rir-me dele e grita " AH ESTÁS A GOZAR COMIGO! SUA ....." e chamou-me nomes em frente a toda a gente. Fomos à DT e quando ele foi falar com ele, ele logo a seguir mandou-me um sms " Eu não vou parar, eu quero vingar-me, quero que sofras como eu estou a sofrer! Nem que seja expulso da escola! " . As minhas amigas quando leram aquilo foram logo outra vez ao pé da DT dele e ela disse ficou furiosa com ele e disse-me logo para não me preocupar que isto ia acabar. 
E agora estava com o Francisco na casa dele a ver tv, como a mãe dele ia chegar tarde, pediu à minha mãe para eu ir para lá fazer-lhe companhia.
- Já estou  farta, Francisco. Eu não aguento mais. - disse eu em lágrimas.
Ele deitou a minha cabeça no peito dele. 
- Isto tudo vai acabar, vais ver. Confia em mim.
- Nunca me deixes, está bem?
- Está bem.
- Prometes?
- Eu prometo. És a minha maninha do coração achas que te ia deixar?
- Oh, agora só choro , de caminho fartas-te de mim.
- Nada disso. Só te digo uma coisa , princesa levanta a cabeça senão a coroa cai. 
- Tão fofinho. Até merecias um beijinho.
- Agora quero um beijinho.
- Pronto eu dou.
Dei-lhe um beijo na bochecha e de repente os nossos olhares fixaram-se um no outro, e eu senti uma coisa na barriga. Ele começou a aproximar os lábios dele nos meus e tocaram-se suavemente. E beijámo-nos até que de repente afastámos os dois a cara.
- Desculpa... Isto não devia ter acontecido.- disse ele.
- Sim, não devia ter acontecido. Foi um erro! E não peças desculpa, os dois é que tivemos a culpa. Mas pronto aconteceu e vamos esquecer  isto.
- Sim, é melhor. Não quero que isto estrague a nossa amizade, ainda para mais se nem gostamos um do outro daquela forma não é?
- Sim, tens razão.
Num momento comecei a pensar e eu gostei do beijo. E se...... Ou não e se eu gostasse mesmo dele a sério. Isso não estava certo e não podia acontecer.




Desculpem ter demorado tanto tempo a fazer este capítulo mas eu fui de férias :$ Desculpem e espero que continuem a seguir!

sábado, 1 de setembro de 2012

Capítulo 16

OBSSESSIVO?! OMG! Como é que isto me estava a acontecer... Não queria acreditar! Fui para a sala, nem via nada nem ninguém, ainda não estava em mim!

- Diana, no fim da aula queria falar contigo está bem?
Só me faltava um sermão agora!
- Está bem stora!

No fim da aula fui ter com a stora!
- Queria falar comigo?
- Sim... É sobre o Ricardo!
- O Ricardo?!
- Bem eu vou directa ao assunto... Como sou tua directora de turma decidi encarregar-me antes que aconteça algo de mal. Eu vi de manhã o que se passou à entrada e também vi quando vinhas a entrar para o bloco! Queres-me explicar?
Olha estava tão frágil que não consegui conter-me e comecei a chorar em frente à professora.
- Ele fez-te mal?
- Não me bateu... Mas...
- Mas...
- A nossa relção não andava bem.....
E contei-lhe tudo.
- Queres que tente falar com ele e com os teus pais?
- Não. A minha mãe já sabe e o meu pai é melhor não saber. E com o Ricardo não sei se vale a pena falar.
- Eu vou falar com a directora de turma dele para ver o que ela pode fazer.
- Obrigada stora.
- De nada. E agora tenta ficar o menos possível sozinha.
- Sim, eu até pedi à Patrícia para esperar por mim para ir almoçar.
- Fazes bem. Alguma coisa podes vir falar comigo.

Quando sai a Patty estava à minha espera mais umas amigas nossas.
- Achei que seria giro almoçar-mos todas juntas.
- Claro que vai ser.
- Diana, sei que se calhar não queres falar nisto mas de manhã vimos o que se passou e olha podes contar connosco para o que precisares. Vamos ser as tuas guarda-costas. - disse a Gabriela.
E comecei-me a rir. Nem queria acreditar, estavam a ser todos tão queridos comigo.
- Obrigadas, lindas. Não me vou esquecer do que estão a fazer por mim.
- Vá, agora não penses nisso. Vamos é comer.

- DIANA, ESPERA!
Omg, o Ricardo de novo.
- Vai-te embora Ricardo. - disse eu.
- Ela não quer falar contigo, vai-te embora.
- Eu tenho o direito de falar com ela, ela deve-me isso.
- Vão com a Diana.
A Gabriela e a Patty ficaram com ele.

- Diana, estás bem?
Era o Francisco.
- O Ricardo não pára de andar atrás de mim não sei se aguento isto...
- Então miúda, estás boa? Já sabemos o que se passa. - os amigos do Francisco e também meus tinham vindo ter comigo. Acho que todos já sabiam do que se passava.
- Vai-se indo.
- Olha se for preciso dar uma malha no gajo conta connosco! - ri-me.
- Acho que não é preciso chegar a tanto.

- Diana, eu só quero falar contigo!
- Pára, Ricardo. Pára.
- A Diana já disse que não quer falar contigo.
E começaram a chegar-se todos para me proteger.
- Eu só quero falar com ela e depois paro.
- Diana se concordares, fazemos assim falas com ele mas connosco por perto ok?
Se era para acabar com isto tudo, fazia aquilo claro.
- Está bem.

- Então que queres falar?
- Porque fizeste isto?
- A nossa relação não dava mais.
- Já não me amas?
- Oh Ricardo...
- Responde...
- Com isto tudo que estás a fazer,  podes crer que não.
- É tudo por causa do Francisco não é?
- Não sejas parvo.
- É não é?
 Não respondi. Então ele chegou-se cada vez mais perto de mim e agarrou-me e  disse:
- É NÃO É?
- LARGA-ME.
Como ele não o fez vieram todos agarrá-lo. E ele começou a tentar soltar-se e a gritar!
- LARGUEM-ME PORRA!


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Desculpem :$

Desculpem, a todas as pessoas que seguiam a história, eu sei que disse que escrevia hoje mais um capítulo mas não consegui escrever pois está-me a faltar a imaginação pois agora apareceu-me uma complicação na minha vida vá sentimental e não estou com vontade de escrever. Desculpem :s volto a escrever o mais depressa possível!

Beijinhos,
Girl of complications!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Capítulo 15

Levantei-me e nem acreditava que tinha que ir para as aulas e saber que veria o Ricardo, seria o Inferno. Fui para a escola quando cheguei ele estava à minha espera. Não podia parar de andar, senão ele saberia que eu estava com medo. Então andei apressadamente.
- Estava mesmo à tua espera.
Eu não disse nada, continuei a andar.
- A nossa conversa de ontem ainda não acabou.
- Não tenho mais nada para conversar contigo.
- Oh minha linda ai isso é que tens.
Não disse nada e continuei a andar cada vez mais rápido. Até que ele me agarrou no braço.
- Vamos con...
- Larga já a Diana.
- Oh lá vem o namoradinho novo dela.
- Larga-a.
- Pronto já larguei.
- Vai-te embora.
- Eu só quero conversar com a minha namorada.
- Ex- namorada.

Trimm... Trimm...

- Vamos para a aula, Francisco.
- Tu agora vais, mas nós vamos conversar, tu deves-me isso.

- Obrigada, Francisco. Muito obrigada.
- Eu disse-te que te ia proteger e é isso que eu vou fazer.
- Diana, o que se passou ali com o Ricardo? - perguntou- me a Patrícia que de longe tinha assistido a tudo um pouco confusa. Então resumidamente, expliquei-lhe o que se passou.
- Desculpa, Patty não te ter contado ontem mas tinha tanta coisa na cabeça.
- Oh linda não faz mal. Só quero que estejas bem. E agora vamos para a aula.

Na aula não parava de mexer a perna, e a pensar no que se passava neste momento na minha vida, nem queria acreditar.
- Calma Diana, vai tudo correr bem. - e pôs a mão dele em cima da minha e eu entrelacei os dedos nos dele.
- Obrigada por tudo. - e sorri-lhe.
- Já chega de obrigados! És a minha sister e vou-te proteger.

Quando o toque da campainha soou, era como se fosse o toque para a entrada do Inferno, era o intervalo e o pesadelo ia começar de novo. Quando fui para sair do bloco, o Ricardo já estava à minha espera, quando o vi o meu coração começou a bater mil vezes por segundo. A Patrícia notou e disse
 - Eu e o Francisco estamos contigo está bem?
Eu abanei com a cabeça. Quando saí, o Ricardo começou logo a correr atrás de mim.
- Temos de falar.
- Ignora. - disse a Patty.
- Eu tenho direito a uma última conversa.
- Ricardo, chega. A Diana não quer falar contigo. - a Patrícia ia entrar em acção.
- Mas eu tenho de falar com ela.
Eu fui andando com o Francisco e a Patrícia ficou a falar com ele. Quando tocou de novo para a entrada fui ter com a Patrícia.
- Então? Como correu a conversa?
- Opa, custa-me muito dizer isto mas acho que não há outra forma de dizer. Pelo que me contaste e pelo que já vi, eu acho que ele está obsessivo.
OBSESSIVO?!



Capítulo 14

- Diana, o comer estava óptimo. Estou a ver que tens que vir cá mais vezes a casa e fazeres assim estas comidas!
- Sempre que quiser, diga eu venho e faço!

Trimm... Trimm...

- Francisco vai abrir a porta que deve ser a mãe da Diana!

- Boa Tarde, Dr. Graça! Oh filha, estás bem?
- Estou bem mãe, não te preocupes.
- Ela está bem e digo-lhe tem aqui uma menina de ouro e não me trate por Doutora.
- Pronto está bem Graça! Muito obrigado pelo que fez pela minha filha.
- Obrigada eu. Que a sua filha fez aqui um almoço que me deliciei toda.
- Ah por acaso ela tem muito jeitinho para a cozinha, é verdade. 
- Eu vou só buscar a minha mala lá em cima e já vamos embora mãe.
- Vai lá, filha.

Fui buscar a mala ao quarto de hóspedes e fui-me lembrado que queria voltar lá, quando desci foi altura de me despedir do Francisco e da Dr. Graça.

- E minha querida já sabes volta sempre que quiseres está bem?
- Está bem Dr. Graça. E muito obrigada por me receber assim em sua casa.
- Não tens nada que agradecer. Muitas vezes sou só eu e o Francisco por isso até faz bem vir assim uma companhia.
- Ou senão estou eu sozinho.
- É verdade. Tens de convidar a Diana para cá vir.
- Para a próxima é o Francisco que tem de vir a nossa casa, tens de ir lá visitar a Diana. 
- Eu vou, Dona Isabel.
- Bem temos de ir andando Diana. Vá adeus, até à próxima.
- Adeus, Dr. Graça. Adeus , brother. - disse-lhe eu baixinho.

Quando entrámos no carro, eu reparei que a minha mãe nem sabia se havia de me perguntar algo ou não mas depois lá perguntou:
- Filha, queres contar o que se passou?
- Preferia não falar nisso!
- Está bem, eu respeito. Mas posso saber porque foste para casa do Francisco, não querias estar com a tua família, fizemos algo que te deixasse perturbada?
- Não, mãe. Não tem nada a ver convosco. Eu acabei com o Ricardo e precisava de alguém amigo para falar e lembrei-me do Francisco.
- Diana, eu sei que estás a esconder algo. 
- Como sabes?
- És minha filha, eu conheço-te. E sei que se acabasses com um rapaz, e precisasses de falar ou ias ter com a Patrícia ou senão comigo. Nunca com um rapaz.
A minha mãe tinha razão. Ela já me conhecia bem, aliás era minha mãe.
- Queres contar-me o que se passa?
- O...... O Ricardo...Podemos falar em casa?
- Aí vais ter que falar em frente ao teu pai, acho que não vais querer isso pois não?
- Não.
- O que é que o Ricardo te fez?
- Ele.... Quando acabei com ele, ele parece que se transformou e ficou agressivo. - e comecei a chorar.
- Mas ele bateu-te?
- Não... Mas...
- Bem ele mandou-me sms ameaçadores, e quando eu quis sair de ao pé dele, ele agarrou-me no braço e magoou-me!
- Oh filha... 
E eu comecei a chorar e coloquei a mão em cima da perna dela. E ela deu-me a mão.
- Oh meu amor, vai tudo correr bem. Tudo se vai resolver pelo melhor.
Ela sabia como me acalmar.
- Agora estamos a chegar a casa, limpa as lágrimas. É melhor o teu pai não saber nada disto, ele ainda se passa e vai ter com o Ricardo. Vamos dizer-lhe que estás doente, e por isso ontem ficaste em casa do Francisco. Está bem?
- Sim. Obrigada mãe.
- Eu sou tua mãe, tenho o dever de te proteger. E não quero que nada de mal te aconteça. Vais para o teu quarto que depois falamos melhor.

Quando cheguei a casa fui para o meu quarto como a minha mãe me disse e depois de ela falar com o meu pai, ela foi ter comigo.
-Que queres que faça em relação a este assunto? Achas que é necessário eu ir falar com ele ou assim?
- Não mãe. Deixa estar. Agora eu vou dormir sim?
- Está bem, Diana. Vá descansa e não penses naquele assunto.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Capítulo 13

- Bom dia!
- Bom dia, minha querida! Vem cá para tomar o pequeno-almoço connosco.
- Está bem.
- Bem estás com um carinha de sono! Não dormiste bem?
Eu e o Francisco olhámos um para o outro com um olhar de cumplicidade.
- Demorei muito tempo a adormecer e acordei muitas vezes.
O Francisco ia começando a rir-se e eu a certa altura também. O telefone de casa começou a tocar, a mãe do Francisco foi atender!
- Com que então a menina não dormiu muito bem. Hmm, realmente nunca gostei do colchão daquele quarto, é muito rijo não é?
- Achei que o teu era mais!
E rimo-nos.
- Diana, era a tua mãe!
- Vem buscar-me agora?
- Ela agora tem um turno para fazer no hospital, mas às 2 vem te buscar por isso almoças connosco!
- Então como combinado vou ser eu a fazer o almoço!
- Já que insistes, está bem. Mas que vais fazer?
- Surpresa.
- Não insisto. Mas eu deixo-te fazer com uma condição.
- Diga!
- O Francisco vai ajudar-te a preparar o almoço!
- Mãe...
- Sim, filho! Tens de começar a aprender alguma coisa e já que não queres cozinhar comigo pelo menos a Diana vais ter que ajudar.
- Tem mesmo de ser, mãe?
- A Diana é nossa convidada, e tu vais ser bom rapaz e ajudá-la. Aliás a Diana não sabe onde estão as coisas por isso...
- Pronto ok...
- Bem, eu vou só arrumar as coisas do pequeno- almoço e vou sair que tenho uma reunião com um cliente, chego à hora de almoço e Diana quero saber se ele te ajudou!
- Está bem, Dr. Graça! Mas pode ir andando que eu e o Francisco arrumamos isto. Não é Francisco?
- Sim, mãe. Vai lá!
- Oh minha querida, és uma menina de ouro! E estou a ver que pões aqui o Francisco na linha. Vá, beijinhos meus lindos, até logo!
- Até logo. - dissemos os dois ao mesmo tempo.

- Bem, a minha mãe adora-te! De caminho gosta mais de ti do que de mim.
- Que exagero.
- Quando a minha mãe diz que és uma menina de ouro, acredita em mim já a conquistaste.
- Estás é a ficar com ciúmes.
- Claro que não. És a minha sister! Então e que vais fazer para o almoço?
- Não é vais, é vamos. E pelo o que vi que tens vou fazer bifinhos com cogumelos e natas acompanhado com macarrão!
- Vais mesmo passar a filha dela e a preferida!
- Então?
- A minha mãe muitas vezes anda de dieta, mas ela adora natas e assim... Então quando come comidas mais calóricas, delicia-se toda.
- Oh ainda bem! Vamos começar.
- Ok chefe.
- Quero uma frigideira, uma faca e tábua para cortar carne.
Então começamos os dois a fazer o almoço, e cozinhar com ele era super-engraçado pois ele as coisas mais básicas não sabia nada.
- Não faças assim, faz assim...
- Que chefe mandona.
- Tem de ser, mas estou a ver que de caminho vais ser despedido.
- Ai é?
- Sim. E ainda digo à tua mãe que não me ajudaste. Vou ser o teu pesadelo!
- Que má.
- Nem sabes o quanto!
Ele aproximou-se bem perto de mim e disse:
- Ajuda-me a descobrir.

E ficámos assim durante um tempo com o olhar centrado um no outro.
- Acho que as tuas natas ainda se queimam.
-Oh god, oh god.
- Ahahah estava a brincar, eu já apaguei o fogão.
- Não acredito. Tu só fizeste isto porque querias gozar comigo.
- Omg, ficas tão gira toda atrapalhada!
- Pensei que ficasse sempre gira.
- Sim, mas...
- Uau, cheira tão bem. Vejo que vocês fazem uma bela dupla de cozinheiros.